2021

Pesquisadora coordenou sequenciamento do novo coronavírus no Brasil
Coordenadora da equipe responsável pelo sequenciamento genético do Sars-CoV-2, Ester Sabino questiona a baixa presença feminina em postos-chave da pesquisa científica

O sequenciamento genético do novo coronavírus no Brasil foi anunciado em 28 de fevereiro do ano passado, 48 horas após a confirmação do primeiro caso de infecção pelo Sars-CoV-2 no país. A rapidez e o fato de ter sido realizado por uma equipe comandada por mulheres deram ainda maior repercussão ao feito científico. Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, que coordenou o estudo, e sua colega, Jaqueline Goes de Jesus, receberam reconhecimentos variados – batizaram até dois personagens de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.

Veja a matéria completa em:
https://piaui.folha.uol.com.br/precisamos-de-mais-mulheres-liderando-ciencia/


Cientistas alertam: o Brasil ainda não sabe o tamanho real da circulação da variante P1 no país
Eles cobram investimentos na chamada vigilância genômica da Covid.
Na pandemia, a vigilância genômica consiste em entender o comportamento e o tipo de vírus que circula no país. Com esses dados, os pesquisadores identificam mutações perigosas, como a variante de Manaus, por exemplo, e podem sugerir ações pontuais e conter a disseminação da nova cepa.

Entrevista do Dr. José Eduardo Levi, Laboratório de Virologia do IMT FMUSP, e da Profa. Ester C. Sabino, Laboratório de Genética Aplicada às Doenças Infecciosas do IMT FMUSP, ao Jornal da Cultura – 22/04/2021
Veja matéria completa em:
https://youtu.be/YdGaReNYBdY


O que você precisa saber sobre as variantes da Covid-19
Pelo menos três cepas são alvo de preocupação da comunidade científica global: as identificadas no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul

Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo
08 de abril de 2021 às 14:45

Uma pesquisa publicada no periódico científico New England Journal of Medicine, em março, indicou que a vacina de Oxford/AstraZeneca não mostrou eficácia na proteção contra Covid-19 leve ou moderada em relação à variante sul-africana.

“A variante sul-africana demonstrou uma taxa de perda de eficácia muito alta em relação à vacina da AstraZeneca. A mesma vacina quando foi testada na África do Sul e no Reino Unido teve uma resposta muito melhor no Reino Unido. Acredita-se que isso se deve ao fato de que na África do Sul já tinha a variante local predominando”, explicou José Levi.

Veja a matéria completa em:
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/04/08/o-que-voce-precisa-saber-sobre-as-variantes-da-covid-19


Vírus da COVID-19 pode permanecer ativo por mais de 14 dias em alguns pacientes com sintomas leves
Agência FAPESP – Karina Toledo – 23/03/2021

Estudos conduzidos no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) têm mostrado que, em alguns pacientes com sintomas leves, o SARS-CoV-2 pode permanecer ativo no organismo por um período superior aos 14 dias de isolamento recomendados no Brasil.
Em artigo divulgado na plataforma medRvix, em processo de revisão por pares, o grupo coordenado pela professora Maria Cassia Mendes-Correa descreve o caso de duas mulheres de aproximadamente 50 anos, moradoras de São Caetano do Sul, na Região Metropolitana de São Paulo.
Uma delas foi atendida pela primeira vez em meados de abril de 2020 e relatou que vinha há 20 dias vivenciando sintomas como tosse seca, dor de cabeça, fraqueza, dor no corpo e nas articulações. Um exame de RT-PCR feito 22 dias após o início do quadro confirmou a presença do vírus no organismo e, nos dias seguintes, a paciente apresentou náusea, vômito, perda de olfato e paladar. Um segundo teste molecular feito 37 dias após o início dos sintomas também teve resultado positivo. Em meados de maio, a maioria das queixas havia desaparecido, exceto dor de cabeça e fraqueza.

Veja a matéria completa em:
https://agencia.fapesp.br/virus-da-covid-19-pode-permanecer-ativo-por-mais-de-14-dias-em-alguns-pacientes-com-sintomas-leves/35460/


COVID-19 – O que aconteceu em 2020 e quais são os desafios em 2021?
Dan Todkill, Clinical Research Fellow, Warwick Medical School
Silvia Figueiredo Costa, Professora Livre Docente da Faculdade de Medicina-USP.

Aula 1 – https://youtu.be/GouzhswOZuw

Leituras:
Chu, Derek K., Elie A. Akl, Stephanie Duda, Karla Solo, Sally Yaacoub, Holger J. Schünemann, Amena El-harakeh et al. “Physical distancing, face masks, and eye protection to prevent person-to-person transmission of SARS-CoV-2 and COVID-19: a systematic review and meta-analysis.” The Lancet 395, no. 10242 (2020): 1973-1987.


Prêmio Ester Sabino para mulheres cientistas é lançado em São Paulo
Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP
Apenas 48 horas após o primeiro caso de COVID-19 do país ser confirmado em um hospital de São Paulo, a sequência completa do genoma do SARS-CoV-2 foi publicado pelas cientistas Ester Sabino e Jaqueline Goes, com a colaboração de pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz e das universidades de São Paulo (USP) e de Oxford (Reino Unido).

Veja matéria completa em:
https://agencia.fapesp.br/premio-ester-sabino-para-mulheres-cientistas-e-lancado-em-sao-paulo/35418/


Pesquisadoras notam vieses implícitos que barram a contratação feminina para os cursos
Destaque fotográfico para a pesquisadora Lucy Santos Vilas Boas, do Laboratório de Virologia do IMT, em matéria sobre participação feminina na ciência, veiculada pela Folha de São Paulo, 13-03-2021 – pág 27.


Entrevista da Prof. Dra. Cássia Mendes Corrêa
Entrevista da Prof. Dra. Cássia Mendes Corrêa, diretora do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP, para o jornal da USP:

Veja matéria completa em:
https://jornal.usp.br/atualidades/testagem-periodica-para-o-coronavirus-e-essencial-no-controle-da-pandemia/


Entrevista com Dr. José Eduardo Levi no Jornal da Record
Participação do Dr. José Eduardo Levi, do Laboratório de Virologia do IMT FMUSP, no Jornal da Record.
Trecho do Programa “Jornal da Record – março de 2021”

Veja vídeo completo em:
https://youtu.be/2L8vPFe46i0


Entrevista com Dr. José Eduardo Levi
Entrevista com Dr. José Eduardo Levi – laboratório de Virologia do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP.
O Brasil registrou 1.699 novas mortes em decorrência da covid-19 nas últimas 24 horas – foto: Cristina Vega – RHOR AFP

Veja matéria completa em:
https://jc.ne10.uol.com.br/brasil/2021/03/12036985-as-novas-variantes-vao-matar-mais–posso-responder-que-elas-ja-estao-matando-diz-virologista-da-usp-sobre-covid-19.html


Participação do Dr. José Eduardo Levi na reportagem da Agência Italiana de Notícias
O que se sabe sobre a variante brasileira do novo coroanvírus?
Eficácia da vacina é debatida por especialistas na área
ANSA Brasil – Agência Italiana de Notícias

Veja matéria completa em:
http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/brasil/entrevistas/2021/03/02/o-que-se-sabe-sobre-a-variante-brasileira-do-novo-coronavirus_90004ee4-b78b-4f84-9809-9ae75cb8da52.html


Programa de especialização em Hematologia Tropical e programa de especialização em Técnicas Laboratoriais em Virologia
A formação e especialização de novos pesquisadores, pelo IMT FMUSP, é uma das principais missões da instituição no âmbito da Universidade de São Paulo.

“ Honrosa iniciativa do HC FMUSP, SES e EEP em motivar os jovens a atuar na área em prol da saúde de nossa sociedade e na luta contra a COVID-19. Programa de especialização em Hematologia Tropical e programa de especialização em Técnicas Laboratoriais em Virologia – Laboratório de Virologia-IMTSP. “


Um Ano de Coronavírus no Brasil
Para falar sobre o assunto, o programa recebe o virologista José Eduardo Levi, pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP; a médica infectologista, integrante do Grupo Estratégico de Vacinas para a COVID-19 da OMS, Cristiana Toscano; e a epidemiologista Carla Domingues, ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações.

Assista em:https://youtu.be/4wkALHopmtA


Diagnóstico da Estrongiloidíase
25/02/2021 – 16h00 no Youtube

Profa. Fabiana Martins de Paula, HC-USP
Profa. Neci Matos Soares, FF-UFBA

Assista em:
https://www.youtube.com/channel/UC35u4InF_uhUBGb1WJM6q-A


Como a USP está ajudando no combate ao coronavírus?
Cientistas da Universidade se unem a pesquisadores do mundo inteiro para entender o vírus e frear seu avanço
19/02/2021

Em menos de um ano, a USP já acumula cerca de 270 projetos de pesquisa relacionados à luta contra a covid-19, doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2. O levantamento é da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP, que catalogou as iniciativas e as disponibilizou em seu site para que todos possam acompanhar o que os cientistas da Universidade têm feito.

O número é relevante. Até outubro do ano passado, a USP estava em 16º lugar entre as instituições de pesquisa com maior número de publicações sobre o coronavírus. Entre os países, o Brasil alcançou a 11ª posição. Esse é o resultado de um esforço coletivo de cientistas de todo o mundo. Na USP, muitos grupos de pesquisa voltaram seus estudos para um foco maior na doença.

O resultado são o sequenciamento do genoma do vírus, o isolamento e cultivo do vírus disponibilizado para pesquisa em vários laboratórios do País, o desenvolvimento de ventiladores pulmonares, novos métodos para detecção de covid-19, avanços para obtenção de novas vacinas, incluindo vacinas por spray nasal, entre muitos outros.

Veja matéria completa em:
https://jornal.usp.br/universidade/como-a-usp-esta-ajudando-no-combate-ao-coronavirus/


Com variante do coronavírus, Araraquara (SP) tem hospital lotado, lockdown e profissionais exaustos
Cientistas acreditam que, para chegar em Araraquara, uma cidade localizada a quase 2,5 mil quilômetros de Manaus, é porque a variante P1 do coronavírus está ainda mais espalhada.
21/02/2021 21h54

Participação da Dra. Camila Malta Romano, pesquisadora do Laboratório de Virologia do IMT, no programa “Fantástico – Globo”.

Veja a reportagem específica do IMT
https://youtu.be/FbSq7k9ql3s


Estudo sugere ser arriscado reduzir para dez dias a quarentena para infectados pelo novo coronavírus
18 de fevereiro de 2021

Resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que pode ser arriscado reduzir de 14 para dez dias o tempo de quarentena indicado para casos leves e moderados de COVID-19, como recomendou em outubro o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

No estudo, apoiado pela FAPESP, os pesquisadores do IMT-USP trabalharam com 29 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes com diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR. O material foi coletado em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Araraquara no décimo dia após o início dos sintomas e, em laboratório, inoculado em culturas de células.

“Recomenda-se que os infectados com sintomas leves permaneçam totalmente isolados em casa, sem contato com ninguém, durante todo o período de quarentena. E há uma grande pressão para reduzir o tempo de isolamento – tanto por fatores econômicos como psicológicos. Mas, se o objetivo da quarentena é mitigar o risco de transmissão do vírus, 25% [de pacientes com vírus viável] é uma proporção muito alta”, avalia Camila Malta Romano, coordenadora da investigação.

Veja a matéria completa em
https://agencia.fapesp.br/estudo-sugere-ser-arriscado-reduzir-para-dez-dias-a-quarentena-para-infectados-pelo-novo-coronavirus/35216/


FMUSP tem fachada iluminada no Dia Mundial da Encefalite e projeto apoiado pela Encephalitis Society
No dia 22 de fevereiro de 2021, o Prédio Principal da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) será iluminado, na cor vermelha, em homenagem ao Dia Mundial da Encefalite. Um movimento crescente que já acontece em mais de 25 países, iniciado no Reino Unido, em 2014, e reúne forças e pesquisadores de diversas áreas para mudar a realidade dos portadores dessa síndrome viral.

Veja a matéria completa em:
https://www3.fm.usp.br/fmusp/noticias/fmusp-tem-fachada-iluminada-no-dia-mundial-da-encefalite-e-projeto-apoiado-pela-encephalitis-society


Mulheres na Ciência: apesar de casos de protagonismo, ainda há luta por igualdade
Data celebra a presença feminina na pesquisa científica, que, mesmo diante de avanços, ainda é pouca

Caroline Oliveira
A psiquiatra brasileira Nise da Silveira. A matemática espanhola Maria Gaetana Agnesi. Ada Lovelace, creditada como a primeira programadora do mundo. A “mãe da física moderna” Marie Curie. A geneticista brasileira Mayana Zatz.

Virginia Apgar, criadora da Escala de Apgar, um exame que avalia recém-nascidos em seus primeiros momentos de vida. Jaqueline Goes de Jesus, responsável pelo experimento que levou ao sequenciamento do SARS-CoV-2 ao lado da pesquisadora Ester Sabino.

Esses são alguns nomes de mulheres que provaram que a ciência, principalmente no campo das ciências exatas e biológicas, também é um espaço feminino, e que merecem ser lembrados neste 11 de fevereiro, quando é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

Segundo Camila Malta Romano, do Laboratório de Virologia do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), dados de 2020 mostram que as mulheres constituem 43% da população de pesquisadores no Brasil. No entanto, o recorte por idade e área de pesquisa aponta para diferenças discrepantes.

“Entre as mulheres jovens que fazem doutorado, mestrado e pós-doutorado, é quase 44%, o que diminui entre mulheres que coordenam grandes projetos, aí é menos de 20%”, afirma Romano.

Já na relação entre áreas de biológicas, exatas e humanas na Europa, por exemplo, a participação das mulheres na área de exatas é de aproximadamente 10% no máximo . “No Brasil deve ser menos ainda. E chega a 50% na área das ciências humanas, principalmente letras e psicologia.”

Veja a matéria completa em:
https://www.brasildefato.com.br/2021/02/11/dia-da-mulher-na-ciencia-nao-basta-levantar-bandeira-devemos-provar-que-podemos


Especialistas explicam as variantes do coronavírus e as novas cepas
A gente fala agora das variantes do coronavírus, porque pesquisadores explicam quais os verdadeiros riscos de uma cepa mutante para o combate à Covid-19.
Reportagem de Malu Sousa
Imagens de Reuters e arquivo TVCN
TV Canção Nova
4 de fev. de 2021

Veja a matéria em:
https://www.youtube.com/watch?v=DMzM19ROvas


Cientistas apontam hipóteses para novo surto de covid-19 em Manaus
Perda de imunidade após primeira onda e variante do vírus mais transmissível podem explicar aumento de casos de 552 em dezembro para 3.431 em janeiro

Por Júlio Bernardes

O aumento do número de internações por covid-19 em Manaus, no Amazonas, de 552 em dezembro para 3.431 em janeiro, tem surpreendido e preocupado os cientistas. Em texto publicado na revista científica The Lancet, em 27 de janeiro, um grupo de pesquisadores, com participação da USP, aponta que o novo surto pode estar ligado à nova variante do vírus, potencialmente mais transmissível, e à perda de anticorpos dos que foram infectados na primeira onda da doença, em abril do ano passado. Os pesquisadores recomendam um aumento da vigilância sorológica e genômica para entender a dinâmica da nova linhagem do vírus, sua capacidade de reinfecção e o efeito das vacinas.

O texto apresenta quatro hipóteses não excludentes para o surto de covid-19 que começou em dezembro na cidade de Manaus. A primeira é que a taxa de ataque, isto é, o número de pessoas infectadas, foi superestimada durante a primeira onda da doença, em abril do ano passado. “Esta é sempre uma possibilidade, porém pelo menos 50% das pessoas mostravam anticorpos em junho, e esse valor seria grande o suficiente para evitar uma segunda onda, mesmo que a taxa não tivesse chegado a 76% em outubro”, afirma ao Jornal da USP a professora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), primeira autora do texto. “Em geral, a prevalência nos doadores de sangue, em qualquer doença, é subestimada, pois pessoas com sintomas são excluídas da doação, o que pode ter influenciado na estimativa.”

Veja a matéria completa em:
Cientistas apontam hipóteses para novo surto de covid-19 em Manaus – Jornal da USP


SP confirma os três primeiros casos de contaminação com a variante amazonense do coronavírus
O Instituto Adolfo Lutz confirmou nesta terça-feira (26) as três primeiras pessoas do estado de São Paulo contaminadas com a variante amazonense do coronavírus, que tem sido apontada como um dos motivos para explosão de casos da Covid em Manaus.
O que era uma suspeita, se confirmou: a variante do Amazonas, batizada de P1, está por trás do maior número de casos hoje no estado. Os pesquisadores que estudam a nova linhagem publicaram os resultados da análise de novas amostras colhidas de pacientes de Manaus.
Em dezembro, 52,2% dos casos na capital do Amazonas foram provocados pela variante P1. Em janeiro, o número subiu para 85,4%. A presença de outras linhagens caiu de 96,3%, entre março e novembro, para 8,3%, agora em janeiro.
A imunologista Ester Sabino diz que a nova variante deve ser mais transmissível.
“Tudo indica que essa variante tem uma capacidade replicativa maior, uma capacidade de transmissão maior e, com isso, ela acaba tomando conta da epidemia e sendo a principal variante que está levando aos casos em Manaus”, disse Ester Sabino, imunologista do Instituto de Medicina Tropical-USP.

Veja a matéria completa em:
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2021/01/26/sp-confirma-os-tres-primeiros-casos-de-contaminacao-com-a-variante-amazonense-do-coronavirus.ghtml


Variante do coronavírus identificada em Manaus tem mais potencial de transmissão e reinfecção
Uma nova linhagem do coronavírus foi identificada na cidade de Manaus, no Amazonas, em dezembro. A variante, que tem um conjunto de mutações genéticas com potencial de aumentar a transmissão e reinfecção pelo vírus, estava presente em 42% dos pacientes infectados testados na cidade. A nova linhagem também foi detectada no Japão, sugerindo que a variante do vírus teria sido levada por viajantes vindos do Amazonas. A descoberta é resultado de um estudo feito por pesquisadores do Centro Brasil-Reino Unido de Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (grupo Cadde), que conta com a participação do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Veja a matéria completa aqui:
https://jornal.usp.br/ciencias/variante-do-coronavirus-identificada-em-manaus-tem-mais-potencial-de-transmissao-e-reinfeccao/